Boletim Informativo Periódico - Ano II - Nº 13 - Fevereiro/2010

Palavra do Presidente

Considerações sobre concorrência predatória.

Qualidade, preços baixos e bons lucros. A soma desses atributos compõe o que poderia ser facilmente chamado de "o melhor dos mundos" ou a situação ideal. De uma forma ou de outra, todos buscamos uma fórmula que nos permita vender produtos de alta qualidade com os menores preços do mercado e com retorno financeiro exuberante. No entanto, à exceção dos setores oligopolizados e cartelizados, essa é uma utopia que existe apenas na imaginação de uns poucos sonhadores. A realidade é bem diferente e muito mais dura!

As empresas de radiocomunicação brigam ferozmente entre si para oferecer os melhores preços e conquistar um número maior de clientes. O resultado disso é a temida guerra de preços que, além de trazer danos irreversíveis para a imagem do setor, reduz as margens de lucro a níveis tão baixos que quase sempre impedem a revenda de investir no próprio negócio, de pagar impostos, de honrar compromissos com fornecedores e, por fim, de sustentar sua folha de pagamentos. Essa é uma guerra que não tem fim. É como um leilão reverso onde se um oferece um certo desconto, outro dá um desconto um pouco maior e assim sucessivamente até que alguém sacrifica praticamente toda sua margem para ganhar o negócio.

O final dessa roda viva é previsível e leva invariavelmente á morte da instituição. Não é preciso dizer que a concorrência predatória não traz benefícios a ninguém, nem ao próprio cliente que se vê, via de regra, privado de um atendimento com um mínimo de qualidade. O rádio não pode ser tratado como simples "Commodity" ou mercadoria bruta onde o processo de venda se encerra no ato da entrega do produto. A relação com o cliente costuma se estender muito além da negociação inicial propriamente dita, uma vez que o consumidor, no decorrer da sua vida de usuário, vai continuar dependente do atendimento de quem lhe forneceu o produto, seja na forma de assessoria técnico-operacional, seja no atendimento a questões legais ou mesmo na prestação de serviços correlatos como reparos, instalações etc.

Só existe uma forma comprovadamente eficaz para evitar ser engolido pela areia movediça da batalha de preços: É buscar a diferenciação através da capacitação dos colaboradores e da empresa. Bem atendido o cliente dificilmente se vê tentado a buscar no concorrente a solução para suas necessidades. E olha que o que não falta no nosso setor é concorrência! A AERESP, ciente do seu dever institucional de prover instrumentos capazes de agregar valor aos seus associados, pretende implementar nesse ano de 2010 uma série de treinamentos voltados á capacitação das empresas do setor e dos seus profissionais.


Homero Andrade - Presidente

Qual o futuro do Nextel?

Prejuízo da Sprint Nextel soma US$ 980 milhões no 4º trimestre

A Sprint Nextel informou hoje (10) que registrou prejuízo líquido de US$ 980 milhões (US$ 0,34 por ação) no quarto trimestre de 2009, ante perda de US$ 1,621 bilhão (US$ 0,57 por ação) no mesmo período do ano anterior.

No ano, o prejuízo atingiu US$ 2,436 bilhões, frente a um resultado negativo de US$ 2,796 bilhões em 2008. A receita operacional caiu 6,66% entre outubro e dezembro do ano passado, em relação a igual época de 2008, para US$ 7,868 bilhões.

No acumulado de 2009, a receita operacional totalizou US$ 32,260 bilhões, o que representa recuo de 9,4% em comparação ao ano anterior. (Fonte: Brasil Econômico 10/02/2010)

Celular ou rádio: qual é o melhor?

Com o aumento da concorrência, as empresas que oferecem essas tecnologias lançam pacotes promocionais para atrair novos usuários

Que mobilidade é a palavra-chave para se conquistar novos clientes, todo mundo sabe. E que o telefone móvel é uma peça chave para isso, também. A questão é a escolha do plano e do tipo de celular. Na prateleira, opções não faltam. É comum ver, em comerciais de tevê, as operadoras de telefones móveis se alfinetando para mostrar seus diferentes planos. Mas, afinal, qual é a boa opção para as empresas: celular ou aparelho que utiliza a mesma tecnologia de rádio, popularmente batizado com o nome da operadora Nextel? A resposta não é simples. Especialistas em telecomunicações afirmam que é importante avaliar a necessidade da empresa, se a equipe precisa se comunicar prontamente e qual será a freqüência de deslocamento dos funcionários. É preciso colocar na ponta do lápis, inclusive, as tarifas cobradas pelas operadoras quando os celulares estão fora da área de origem (roaming).

No caso do Nextel, que utiliza a tecnologia iDEN (Integrated Dispatch Enhanced Network), desenvolvida pela Motorola, basta apertar o botão lateral para se comunicar com seus funcionários, desde que, necessariamente, eles tenham outro aparelho que use o mesmo sistema. Mas, enquanto você estiver falando, precisará fazê-lo sempre com o botão de seu aparelho apertado e ninguém conseguirá interrompê-lo. É como se precisasse falar a famosa expressão "câmbio" dos antigos rádios de comunicação para indicar que terminou sua fala. Além disso, na prática, é possível contar com alguns segundos de atraso na comunicação.

TRANSMISSÃO DE DADOS - Com a atualização da tecnologia, os celulares da Nextel deixaram de ter a aparência pesada de um rádio e tornaram-se semelhantes aos convencionais. E podem também receber telefonemas de outras operadoras.

Até pouco tempo atrás, o grande diferencial da Nextel era contar com essa forma de conversação rápida entre a equipe. Agora, porém, operadoras como Vivo, Claro, Tim e Oi começaram a contra-atacar. Por enquanto, nenhuma delas utiliza tecnologia semelhante à do Nextel. No entanto, elas passaram a oferecer planos bem mais atraentes, com custo a partir de 49 reais por mês, por meio do qual sua empresa pode não pagar nada entre conversas com celulares da mesma operadora. Os contratos estabelecem um determinado número de pessoas e nada será pago nas conversas entre elas. Em contrapartida, a Nextel oferece um plano que custa 79 reais mensais, pelo qual o cliente não paga interurbanos ou roaming.

Além disso, as operadoras também apostam na transmissão de dados. A Oi, por exemplo, permite que mensagens de texto sejam transmitidas a uma velocidade de 2 Megabytes por segundo (2Mbps), segundo Denize Meza, diretora de soluções empresariais da Telemar. Já a Vivo conta com a velocidade 144Kbps de transmissão de dados. A Nextel utiliza a velocidade de 22 kbps. "Enviar dados via celular funciona como um diferencial de competitividade e redução de custos", afirma Fernando Carvalho, gerente de marketing da Vivo Empresas.

(Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios)

Ampliar acesso a banda larga eleva PIB do país, diz Bird

Um relatório do Banco Mundial afirma que facilitar o acesso a serviços móveis de internet e telefonia permite o desenvolvimento em todos os níveis da economia e da sociedade.

Segundo o relatório, cada aumento de dez pontos percentuais nas conexões de internet de banda larga de um país corresponde a um crescimento adicional de 1,3 ponto percentual no Produto Interno Bruto (PIB).

"O acesso à banda larga completa o fundamento em termos de informação para uma economia moderna e deve ser prioridade nos planos de desenvolvimento nacionais" afirmou a vice-presidente do Banco Mundial para Desenvolvimento Sustentável, Katherine Sierra.

O estudo mostra como a mobilidade do acesso à informação já é uma realidade em muitos países e como os emergentes, em especial, terão um papel no futuro desse processo. (Fonte: WordPress)

Ministro diz que empresas poderão participar do projeto de banda larga

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta sexta-feira que o governo chamará empresas privadas para firmar parcerias no projeto que tem o objetivo de universalizar o acesso a internet banda larga no País.

De acordo com Bernardo, o governo já decidiu que utilizará as redes de transmissão da Eletronet, Petrobras e de outras redes menores no projeto. O ministro disse que as redes já foram mapeadas pelo governo e que o programa vai abranger 60% do território nacional, onde está 90% da população do País.

O ministro disse que o governo quer firmar as parcerias com as empresas privadas para fazer a ligação das estruturas de rede existentes até as residências dos usuários. E que o governo quer testar o modelo até meados de março. Ele afirmou que poderão participar do projeto empresas grandes e pequenas. "Só não vai entrar quem não quiser".

Hoje o presidente Luiz Inácio da Silva disse que a Telebrás será recuperada para fazer o projeto de banda larga no País. Com a declaração de Lula, as ações da empresa na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que já vinham tendo altas expressivas, nos últimos anos, dispararam. (Fonte: JB Online)

Convênio de Administração de Informações

A AERESP, no intuito de reduzir a inadimplência do setor e garantir maior rentabilidade às suas Associadas. celebrou com a AUTOFAX, convênio que tem como principal objetivo garantir condições diferenciadas na contratação dos serviços desta conceituada referencia no gerenciamento, estratégias e administração de informações de Proteção ao Crédito.

Agenda Aeresp

Reuniões da Diretoria da Aeresp

04 Mar - 08 Abr - 06 Mai - 10 Jun - 01 Jul - 05 Ago - 02 Set 07 Out - 04 Nov - 02 Dez

Reuniões Ordinárias

18 Mar - 17 Jul - 23 Set - 09 Dez

Linha Vertex conquista simpatia do público consumidor do mercado corporativo


Julio Raya Paschoa - Gerente de Tecnologia de Informação de empresa do segmento sucroalcooleiro

Redução de custos. Em qualquer empresa, de qualquer segmento produtivo, tem sido a palavra de ordem, seja antes ou depois da crise financeira que sacudiu o mundo ano passado.

Em sendo o mundo produtivo e o mundo financeiro as duas faces da moeda chamada "Economia de Mercado", todos os gestores de TI (Tecnologia da Informação) foram conclamados a reduzir seus custos e reverem seus processos de gerenciamento, aquisição, manutenção e planejamento dos diversos ativos que compõem o maior patrimônio de qualquer organização empresarial, a Informação. Diga-se, de passagem, trabalho digno de Hércules, por se tratar de serviço tão estratégico e importante para qualquer organização.

Dentre os diversos meios de comunicação de uma empresa, o serviço de Radiocomunicação tem mais ou menos importância, variando de intensidade segundo aspectos culturais, organizacionais e logísticos.

No entanto, em se tratando das empresas do Agronegócio, não raro o serviço de radiocomunicação suporta 100% dos comunicados relativos à execução de tarefas produtivas, de segurança, saúde e meio ambiente, constituindo serviço indispensável à execução de tarefas em tempo hábil, bem como por constituir ferramenta de controle, gestão e fiscalização de políticas inerentes às áreas mencionadas.

Atento a estas realidades, muitos gestores de TI, conscientes da missão a ser cumprida (reduzir custos), sem todavia perder de vista a responsabilidade de garantir o mesmo nível de excelência a seus clientes internos, encararam o desafio buscando novas alternativas de soluções de radiocomunicação no mercado, testando novos produtos e encontraram nos rádios da marca Vertex excelente relação custo-benefício.

Destarte salientar que ano a ano a Vertex vem conquistando novos consumidores seduzidos pela alta qualidade e confiabilidade dos equipamentos repetidores, móveis e portáteis. Dentre as revendas, inúmeras têm optado por vender ou locar equipamentos da Linha Vertex em razão da robustez, funcionalidades e custo de aquisição que garantem uma margem de rentabilidade boa, sem prejuízo da qualidade ofertada ao cliente final que tem se monstrado bastante satisfeito.

O Commtacta semana passada esteve em Catanduva para entrevistar o Gerente de Tecnologia de Informação, Sr. Julio Raya Paschoa, atuante em uma empresa do setor de agronegócios, que nos relatou como conseguiu equacionar o dilema CUSTOS X QUALIDADE, chegando a superar a meta de redução estipulada por sua diretoria. Transcrevemos abaixo seu relato:

"Há cerca de um ano, tive um desafio na empresa de reduzir custos na área de radiocomunicação sem perder a qualidade existente. A partir daí comecei a testar vários equipamentos. Ao testar os equipamentos VERTEX, notamos que estes possuíam o mesmo desempenho, robustez e qualidade que os demais utilizados pela empresa e que havia a possibilidade de reduzir custos, devido ao valor ser mais acessível. Temos em nosso parque uma grande parte de rádios locados. Fizemos a troca dos equipamentos locados pelos Vertex e conseguimos uma redução de custo de aproximadamente 30% na locação. Em épocas difíceis, temos que fazer muito mais com menos recursos, e sem dúvida conseguimos surpreender a Direção da empresa com a redução de custos alcançada, que foi muito além da esperada."

O BIP é um boletim informativo de distribuição para os associados da AERESP.
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